GRIPE – Transmissão, Sintomas, Tipos, Tratamento e Prevenção.

Gripe:

A gripe é uma doença causada pelo vírus influenza. É altamente contagiosa, infectando o trato respiratório (nariz, garganta, pulmões e ouvidos) e causando febre, calafrios, dores musculares e prostração – congestão nasal, ausência de febre e dor de cabeça é resfriado, e não gripe.

Mamíferos e aves podem ser infectados pelo vírus da gripe. A maioria dos que contraem gripe se recupera completamente dentro de duas semanas. Contudo, alguns indivíduos podem desenvolver complicações médicas graves e potencialmente fatais, como a pneumonia.

 Transmissão:

A gripe é transmitida de pessoa a pessoa por gotículas de saliva expelidas quando a pessoa contaminada tosse, espirra ou assoa o nariz, podendo ser transmitida também de forma direta pela saliva, secreções nasais, sangue, fezes ou superfícies contaminadas. Os ambientes fechados (escolas, casas de shows, transportes coletivos, etc.), favorecem a transmissão. O período de incubação da doença é muito pequeno (de um a dois dias) e o período de contágio de cerca de cinco dias. A cada novo surto da doença o vírus apresenta mutações e requer novas formas de vacinação. Recentemente os surtos mais graves partiram de animais que transmitiram o vírus ao homem (gripe aviária, chamada “gripe do frango” e gripe suína).

Sintomas:

O principal sintoma da é a febre alta, com mais de 38º. Dor de cabeça, dor no corpo, principalmente nas costas e nas pernas, dor nos olhos, sensação de mal estar, fraqueza, calafrios, tosse, dor de garganta e coriza são outros sintomas típicos dos pacientes infectados pela Gripe.

Tipos de gripe:

O vírus influenza pertence à família dos ortomixovirus e pode ser dividido em três tipos: A, B e C:

O tipo A – É altamente variável. Isso significa que a cada década (em média) um novo subtipo é criado – a influenza A, por exemplo, é um subtipo que produziu, por sua vez, várias cepas de vírus, como as da gripe espanhola e da gripe suína (a gripe aviária é outro subtipo). Estas ramificações ocorrem quando há mutações nas proteínas de superfície do vírus. O sistema imunológico das pessoas não tem resposta pronta para a nova ameaça, sucumbindo à infecção. É neste momento que as grandes epidemias se alastram.

Os principais sintomas desencadeados pelo vírus influenza A são calafrios, dores de cabeça, tosse seca, dores musculares, fadiga e febre. Idade avançada, doenças cardiopulmonares, problemas de saúde crônicos e síndrome de Reye em crianças e adolescentes são fatores de risco para complicações, como a pneumonia. Antivirais podem ser usados para conter a replicação desses agentes infecciosos. Entretanto, a melhor forma de prevenir a influenza tipo A é por meio da imunização anual (novas vacinas combatem novas cepas do vírus).

A influenza tipo B – Só infecta seres humanos e alguns mamíferos aquáticos. Em função do número reduzido de hospedeiros em potencial, não é capaz de surtir grandes efeitos sobre a saúde pública. Não há pandemias causadas por esse gênero de vírus, que raramente sofre mutações. De forma geral, pode-se dizer que o homem já tem certa imunidade contra esse tipo, de forma que os sintomas são brandos e raramente levam a hospitalizações.

A influenza tipo C – Infecta humanos, cachorros e porcos, podendo causar surtos locais. Contudo, causa problemas respiratórios leves. Normalmente, a infecção não desencadeia nenhum sintoma no homem, não tendo, portanto, impacto na saúde pública.

Tratamento:

Por se tratar de uma doença autolimitada, o tratamento é simples e sua cura é quase sempre alcançada. O tratamento é feito, basicamente, com o uso de analgésicos, antitérmicos, repouso e hidratação. Medicamentos antivirais também ajudam no combate e no tratamento da Gripe, porem todo e qualquer uso de medicamentos exige o acompanhamento médico.

Complicações do quadro, com infecções e até pneumonia exigem outros tipos de medicamentos e de tratamentos, portanto é preciso buscar um medico de sua confiança para se estabelecer o os procedimentos adequados para cada tipo de tratamento. Suplementos com base na vitamina C, além de diminuir o risco de contaminação pelo vírus da Gripe, também podem auxiliar na aceleração do processo de recuperação do paciente diagnosticado com a doença.

Prevenção:

A prevenção é a melhor forma de não pegar a gripe. Veja algumas formas de se prevenir desse vírus:

O melhor meio e mais seguro modo de prevenir a gripe é a vacina. Ela é feita no hemisfério norte principalmente em outubro ou novembro, e no Brasil em maio.

Se você não se vacinar ou se mesmo se tiver tomado a vacina, mas se quiser evitar a gripe de todas as formas, você pode prevení-la através de medidas simples, como:

Lavar bem as mãos. Lavando as mãos você estará se livrando não só da gripe, mas de várias outras infecções;

Manter uma alimentação saudável e fazer atividades físicas são medidas que fortalecem o nosso sistema imunológico (responsável por combater todos os corpos estranhos que causam doenças e infecções);

Evitar lugares onde haja multidões nas épocas em que mais ocorrem as gripes, que geralmente é no inverno.

Coma alimentos que ajudam a combater as infecções. Aqui estão algumas sugestões e recomendações de alimentos a serem ingeridos em períodos de gripe:

Kiwi, laranja, limão – devem ser consumidos em grandes quantidades, pois são ricos em vitamina C;

Cenouras – ricas em beta-carotenos, fortalecem as defesas;

Chá preto e chá verde – contêm catequinas, seus efeitos são antibacterianos;

Suplementos com base na vitamina C, além de diminuir o risco de contaminação pelo vírus da Gripe, também podem auxiliar na aceleração do processo de recuperação do paciente diagnosticado com a doença.

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